#8 modelos disruptivos que podem mudar sua empresa

Com a evolução tecnológica e as mudanças cada vez mais rápidas, há uma busca constante por oportunidades ou nichos em que seja possível causar disrupção, criando um negócio totalmente novo e bem-sucedido. O mote é: provoque a disrupção ou sofra os efeitos causados por ela.

Avaliar modelos de negócios é fundamental para começar, reposicionar ou criar novas fontes de receita, diz o especialista em tecnologias disruptivas Arie Halpern. Modelos de negócios inovadores ou mesmo os tradicionais aplicados a novos produtos ou serviços, diz ele, também podem tornar a empresa mais resiliente às mudanças.

#8 modelos de negócios disruptivos, que foram responsáveis por algumas das mais importantes inovações em diferentes segmentos.

  1. Gratuito

Neste modelo, não há cobrança pelo serviço ou produto. A receita pode ser obtida por meio da coleta de dados dos clientes ou com publicidade. Muitas vezes, é preciso um longo período de investimento até se obter massa crítica de usuários que possibilite criar fontes de renda. Exemplos: Google, Facebook.

  1. Assinatura

Em vez de cobrar uma única vez, por uma aquisição, produtos e serviços são oferecidos como assinatura, criando um vínculo de longo prazo com o cliente, que se beneficia de melhorias e de novas ofertas. A assinatura cria uma fonte de receita permanente que dá estabilidade ao negócio. Exemplos: Amazon, Netflix.

  1. Freemium

O nome reúne os termos Free, gratuito, e Pemium, superior. É quando as funções básicas de um produto ou serviço são gratuitas, mas para ter acesso a recursos mais avançados, é preciso pagar. Dessa forma, é possível formar uma grande base de clientes ou usuários, fidelizá-los e convertê-los em pagantes, gerando receita. Este modelo funciona para produtos ou serviços com custos marginais baixos ou nos quais os dados dos clientes têm mais valor do que os custos operacionais. Exemplos: Spotify e LinkedIn.

  1. De mercado

Este modelo funciona em setores que têm grande potencial de desagregação. Ele geralmente conecta vendedor e comprador por meio de uma plataforma digital. A receita vem das taxas de corretagem, comissões ou cobrança pela transação ou ainda por meio de taxas de adesão à plataforma ou publicidade. Exemplos: Alibaba, Uber, eBay

  1. Experiência de usuário Premium

É quando a experiência do cliente agrega valor a um produto substituível. O serviço ou produto, a marca e, principalmente, a experiência do cliente são aprimorados e possuem um diferencial que fideliza o cliente e permite cobrar um preço maior. Exemplos: Tesla, Apple.

  1. Economia compartilhada

A economia compartilhada é quando bens ou serviços são adquiridos ou disponibilizados a diversas pessoas, sendo que cada uma usa por um período determinado de tempo. Ela pode ser aplicada a produtos, sejam de pessoas físicas ou jurídicas, imóveis ou ativos intangíveis. Exemplos: Airbnb, Lyft.

  1. Ecossistema

Vincular os clientes a um ecossistema por longo prazo. Em geral envolve um hardware, cujo software, para usá-lo, só é compatível com um único sistema. Isso torna mais difícil tanto a mudança do usuário para outro sistema quanto o avanço dos concorrentes. Exemplos: iPhone e Android.

  1. Sob demanda

É quando o acesso é imediato e por um período determinado de tempo. Pode ser adotado por empresas ou pessoas, para bens ou por tempo. Exemplos: Amazon Prime, Cloud Services.