Arie Halpern: acelerar ou incubar as startups?

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As startups estão se firmando cada vez mais no  Brasil: o modelo de negócio cresceu 18% em comparação a 2011 e, segundo a ABStartup (Associação Brasileira de Startups), gira anualmente R$ 2 bilhões na economia. A notícia é inspiradora para quem quer trocar o emprego pelo empreendedorismo. E, para dar mais confiança na hora de colocar as ideias inovadoras em ação, aliados não faltam. Dois exemplos que podem ajudar a fazer o negócio decolar são as aceleradoras e as incubadoras. Mas qual pode ser a melhor opção para o seu modelo de negócio?

Primeiramente, é preciso entender as funções de cada uma. Os serviços oferecidos por elas podem parecer semelhantes, mas não são. As incubadoras costumam financiar projetos que sejam de interesse dos municípios ou dos governos locais. Sem fins lucrativos, usam verbas públicas para viabilizar infraestrutura e espaço físico para as startups se estruturarem. As aceleradoras, mais recentes no mercado, dão suporte a projetos mais voltados para ganhos em curto prazo. Por ter um programa intenso, envolvendo uma série de metodologias, as aceleradoras permitem que a própria entidade seja sócia do negócio. É necessário passar por um processo seletivo para receber o apoio de ambas. Aqui neste link, entre anjos (que investem na fase inicial do empreendimento), crowdfundings e entidades, há uma lista de aceleradoras e incubadoras atuantes no Brasil.

Para que a decisão seja consciente e reflita o objetivo da inovação, é preciso, antes de tudo, pesquisar e ponderar. Avaliar, primeiramente, o perfil do negócio, as ferramentas necessárias para que a startup comece a ganhar forma e, finalmente, a quem pedir apoio – às incubadoras e/ou aceleradoras. No geral, quando o assunto é startup, as aceleradoras podem acabar se encaixando melhor no perfil inovador do negócio, e, principalmente, naquelas que tenham potencial para evoluir mais rápido. Ao mesmo tempo, incubadoras são conhecidas pela capacidade de agilizar os processos de inovação, principalmente tecnológicos, além de se basearem em modelos mais tradicionais de consultores. Portanto, na prática, ambas são maneiras legítimas de criar oportunidades e desenvolver o empreendimento da melhor maneira possível visando à estruturação e o sucesso de novos negócios. Basta entender em qual o seu negócio se encaixa.

 


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