Arie Halpern: 6 tecnologias para um mundo melhor em 2018

Arie Halpern: 6 tecnologias que fizeram do mundo um lugar melhor

Apesar de ter sido um ano difícil, as tecnologias e inovações tornou (ou pelo menos tentaram) o mundo um lugar melhor. De saúde a questões sociais, uma série de cientistas, pesquisadores e empreendedores se uniu para criar soluções imediatas ou a longo prazo, de impacto global e local. Veja abaixo seis tecnologias que fizeram do mundo um lugar melhor. “”

Um disco de papel e uma cordinha podem ter muita tecnologia envolvida. Essa invenção, orçada em apenas 20 centavos de dólar, chamou a atenção por sua capacidade de ajudar cientistas e médicos a diagnosticar doenças como malária e o HIV em poucos minutos. Sem a necessidade de energia elétrica, ele funciona como uma centrífuga movida à mão. Após armazenar o sangue em um disco, é preciso puxar as cordinhas para trás e para frente para que o disco gire rápido e separe o sangue do plasma. Esse tipo de objeto pode ser bastante útil em áreas rurais e carentes de países em desenvolvimento.

Para casos mais urgentes, um robô criado por pesquisadores da Universidade de Harvard e médicos do Hospital Infantil de Boston pode devolver a vida a corações parados. Ele ainda está em fase de aprimoramento, mas, em testes, já salvou a vida de alguns suínos. Com formato de uma bolsinha, ele envolve o coração e o pressiona, permitindo que o sangue continue circulando por todo o corpo. 41 milhões de pessoas em todo o mundo podem ser.

Até mesmo a cegueira parcial pode ser corrigida com uso da tecnologia. O eSight 3 é uma espécie de óculos inteligente que pode melhorar drasticamente a visão de pessoas com deficiência visual. Com ajuda de uma câmera, ele envia imagens para pequenas telas que ficam em frente aos olhos. Dois sensores ajustam o foco, enquanto um controle remoto permite que o usuário ajuste contraste, amplie, entre outras funções.

Outro par de óculos também pode ajudar pessoas com deficiência sonora. O gadget batizado de Peri capta sons e os transforma em alertas visuais na direção que eles vieram. Então, se alguém buzinar à direita da rua, uma luz se acenderá à direta dos óculos.

Usar a tecnologia como ferramenta de inclusão social é também a proposta da cadeira de rodas que permite que seus usuários fiquem de pé. A Laddroller foi projetada pelo arquiteto Dmitrios Petrotos e possui quatro rodas, que também ajuda a andar em terrenos de difícil acesso. Após 13 protótipos, a invenção espera aprovação regulamentar para entrar no mercado.

Chatbots são programas de computador que tentam simular o ser humano em conversações com pessoas. Essa tecnologia foi aperfeiçoada em muitas ocasiões neste ano, mas uma em especial chamou a atenção. O Woebot usa de inteligência artificial para ajudar pessoas com problemas de saúde mental. Os responsáveis pela invenção da Universidade de Stanford afirmam que não substitui a terapia, mas “já reduziu significativamente a ansiedade e depressão de pessoas com idade entre 18 e 28 anos”.

Essas são algumas das inovações que contribuíram para fazer 2017 melhor, ou que prometem surgir como soluções para um mundo melhor nos próximos anos. Como podemos ver, não necessariamente se tratam de ferramentas a alto custo ou de difícil manuseio para o grande público. “Aos empreendedores que se preocupam em propor inovações como ferramenta de mudança social, o desafio é esse: disponibilizar democraticamente o uso da tecnologia para diferentes meios”, completa Arie Halpern.


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