Arie Halpern: assistentes virtuais prezam comunicação com usuário

Arie Halpern: assistentes virtuais estão tomando novas formas em nossas vidas

Arie Halpern: assistentes virtuais estão tomando novas formas em nossas vidas

Os assistentes virtuais estão se popularizando e já começam até a fazer parte da rotina doméstica. Impulsionados pelo avanço nas áreas de inteligência artificial (AI), eles estão presentes na grande maioria de celulares e tablets e estão chegando aos  computadores e às residências. Segundo o economista e empreendedor com foco em inovação e tecnologias disruptivas Arie Halpern, assistentes virtuais os assistentes virtuais são o futuro da comunicação máquina-usuário.

A primeira grande assistente virtual que conquistou o público foi a Siri, desenvolvida por uma empresa de mesmo nome para os smartphones da linha iPhone em 2010. Dag Kittlaus, co-fundador da Siri, e Harry Saddler, especialista em design, criaram a assistente da Apple para ter uma atitude própria, assim como uma história de fundo. Eles também queriam que ela se mostrasse “transcendental”, “vagamente consciente da cultura popular” e portadora de uma “sagacidade seca”. “Qualquer pessoa que ‘conversou’ com a Siri percebe facilmente que eles conseguiram criar o que haviam imaginado”, diz Arie Halpern. “Não é à toa que a popularidade dela cresceu tão rapidamente.” A empresa foi posteriormente comprada pela Apple para dar continuidade ao projeto.

Após o sucesso da Siri, diversos desenvolvedores passaram a trabalhar em assistentes para seus próprios produtos. O Google criou o Google Now e a Microsoft investiu na Cortana. Até mesmo a Amazon entrou no jogo, com sua assistente Alexa. Arie Halpern aponta que o principal objetivo em desenvolver assistentes virtuais é oferecer ao consumidor novas formas de se relacionar com celulares e outros dispositivos, tornando a comunicação entre usuário e tecnologia mais eficiente. “Além disso, a inteligência artificial faz com que os assistentes aprendam sobre os hábitos dos usuários, oferecendo serviços personalizados”, acrescente o economista.

A Amazon e o Google entraram nos últimos anos em uma disputa acirrada para colocar os assistentes virtuais de dentro de casa. Tanto o Amazon Echo quanto o Google Home são dispositivos com designs modernos e decorativos, com inteligência artificial capaz de conversar com o usuário, oferecer informações e até realizar compras no site da empresa, no caso da Amazon. Além disso, os dois funcionam com sistemas avançados de reconhecimento de voz avançados para poder compreender os comandos dados pelos usuários. Os aparelhos também podem ser conectados a equipamentos de smart houses (“casas inteligentes”) e controlar outros aparelhos, como sistemas de luzes e eletrodomésticos.

Os antigos criadores da Siri, no entanto, querem levar as assistentes virtuais para o futuro e criaram a startup Viv, que está projetando uma assistente de mesmo nome. A ideia da empresa é que Viv responda qualquer pergunta do usuário, ajudando-o da melhor maneira possível. Por exemplo, pode chegar em determinado endereço  Viv pode mostrar os horários das estações de metrô e ônibus, quais os carros compartilhados mais próximos e estimar o valor e tempo de trajeto, podendo até mesmo fazer o pedido em um aplicativo de caronas automaticamente. Para Arie Halpern, a evolução das assistentes virtuais depende, mais do que a inteligência artificial, da melhora na comunicação entre assistentes e usuários.


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