Case Amazon mostra inovação sempre em construção

BEZOS

Imagem: GongTo / Shutterstock.com

O case da Amazon é ilustrativo de como uma empresa pode nascer e sobreviver disruptiva. Lá se vão 20 anos desde a fundação da multinacional de comércio eletrônico e ela continua inovando. Do escritório na garagem que estruturava a venda online de livros, a Amazon se consagrou e expandiu sua área de atuação, vendendo virtualmente os mais variados produtos.

Dizem os especialistas em tecnologia que uma das características mais marcantes do fundador da empresa, Jeff Bezos, é a sede por inovação. E, para continuar transformando a maneira dos consumidores fazerem suas compras, atualmente a Amazon tem investido em pedidos de patentes bem específicos, que prometem um futuro tecnológico instigante.

Recentemente, a Amazon anunciou investimentos em uma patente de tecnologia de realidade aumentada (R.A.), que permite a interação entre objetos virtuais e objetos reais. Sistema de R.A. não é novidade. O que há de diferente é a promessa da Amazon de reduzir o custo dessa tecnologia, tornando-a mais acessível e, consequentemente, mais disruptiva. Em outra iniciativa,  ela publicou, , nesta semana, um vídeo  no seu canal no Youtube sobre  os drones que serão responsáveis por fazer as entregas dos produtos da marca. Ainda que seja apenas uma simulação, até que saia a regulamentação da tecnologia para as operações comerciais, o projeto possui uma logística estruturada para que o serviço ocorra o quanto antes nos Estados Unidos.

Merece registro, aliás, o aliado que o consumidor norte-americano ganhou na hora de reabastecer as prateleiras de sua casa. O Dash Button é um sistema inovador que funciona a partir de botões autoadeasivos vendidos nas lojas e que representam marcas e produtos (sabão em pó ou pó de café, para citar dois). Eles são instalados na casa do consumidor, afixados na porta da geladeira, por exemplo, e  conectados a uma rede wi-fi habilitada que se conecta ao smartphone do cliente através do aplicativo da Amazon. Quando o estoque do produto termina, o consumidor pressiona o botão, tem o seu pedido adicionado à lista de compras do usuário e, após o pagamento ser efetuado através do aplicativo, a encomenda é entregue na porta.

Por enquanto, essas inovações ainda estão restritas ao mercado norte-americano, mais especificamente para usuários Primes, ou seja, para usuários que pagam uma taxa mensal e têm direito a alguns benefícios. Mas, como toda boa tecnologia, caso tenham sucesso no mercado, essas inovações se expandirão para outros continentes. Por enquanto, o futuro do comércio eletrônico tem se desenhado e a multinacional Amazon ocupa um dos principais lugares entre as peças que movimentam essa revolução digital.

 


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