Da corrida ao nado, tecnologia é aliada dos esportes

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Contagem regressiva para as Olímpiadas de 2016: uma das frentes estratégicas de trabalho do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é colocar a tecnologia a serviço dos esportes. Segundo reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, o  projeto integrado do Comitê é desenvolvido desde 2010 e conta com consultores em tecnologia esportiva que analisam os dados e, com a ajuda de outros profissionais de qualificações diversificados (nutricionistas, psicólogos e meteorologistas) constroem estratégias para a melhoria do rendimento dos atletas.  Com leitores de calor, softwares de análise de imagens, acelerômetros etc. e mão de obra especializada, as equipes estão cada vez mais amparadas de informação para a melhor performance possível  dentro e fora dos ginásios.

Seja na adequação de um par de tênis usado em corridas, nas fibras das roupas vestidas para a prática da natação ou no cálculo da trajetória da bola, a tecnologia tem sido uma grande aliada do esporte. Essas inovações oferecem ferramentas cruciais para a melhoria de resultados que, muitas vezes, são invisíveis até mesmo aos olhos mais atentos. Mas, sozinha, a tecnologia nada faria além de fornecer dados. Por isso, é importante dispor de uma equipe composta por especialistas que saibam mediar essas informações e aplicá-las na busca pelo melhor rendimento.

Há vantagem de usar a tecnologia sob todas as perspectivas: do atleta, que se supera e alcança melhores resultados; do telespectador, que consegue acompanhar o esporte com detalhes nunca antes vistos; dos profissionais, que se posicionam e inserem suas técnicas no cotidiano dos treinos; e até mesmo dos aspirantes às diversas modalidades esportivas, que podem utilizar aplicativos e acessórios diversos que os ajudarão a alcançar seus próprios objetivos.


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