A inovação incremental à disruptiva

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Há sempre algo novo para ser criado, um mercado a ser explorado ou uma melhoria inovadora a ser feita em produtos existentes. Mas o que vale mais a pena: uma inovação disruptiva (radical) ou uma inovação incremental?

Caracterizam-se como inovação disruptiva produtos e serviços que transformam o mercado e, de certa maneira, desestabilizam os concorrentes. Os custos deles costumam ser menores e a simplicidade é uma marca durante  o planejamento da inovação. Já a inovação incremental tem mais ligação com a adaptação de produtos que existem, reorientando um modelo estabelecido. Mas veja bem: não se trata de copiar algo que existe. A maior diferença entre eles, portanto, é que um quebra paradigma e outro, não. Enquanto a disruptiva insere a empresa em algo novo, a incremental mantém o negócio dentro de um padrão, ainda que inovador.

E  por que não encontrar uma maneira de reunir o melhor dos dois mundos da inovação? Boa parte dos especialistas acredita que, tanto a inovação disruptiva como a incremental podem andar juntas. Afinal, novidades surgem diariamente e é preciso estar preparado. Há, é claro, o risco de se dar mais atenção para uma frente, mas, traçando a estratégia corretamente desde o princípio, a inovação se torna mais abrangente e com chance de trazer mais resultados para a empresa. O equilíbrio entre as inovações poderá trazer ainda mais clientes, sempre ávidos por novidades e transformações.


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