Exoesqueleto têxtil facilita caminhada para pessoas com mobilidade reduzida

Exoesqueleto diminui impacto de caminhadas (Fonte: Hi-Arbix)

Exoesqueleto diminui impacto de caminhadas (Fonte: Hi-Arbix)

Um grupo internacional de pesquisadores desenvolveu um exoesqueleto robótico flexível que requer menos energia do usuário ao caminhar, além de diminuir o impacto na articulação dos tornozelos e quadril durante as passadas, segundo informações do blog Hi-Arbix. Entre os pesquisadores envolvidos no projeto está a brasileira Denise Martineli Rossi, fisioterapeuta da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Ao invés de ser construído com armações metálicas, como a maioria dos exoesqueletos, este novo modelo é uma cinta têxtil presa à cintura com correias que se estendem ao longo das pernas e presas a uma tornozeleira, por onde passam cabos fixados atrás do calçado. Esses cabos são conectados a pequenos motores que os flexionam como músculos, ajudando na caminhada.

O exoesqueleto foi capa da edição de janeiro da revista científica Science Robotics e, segundo os pesquisadores participantes do projeto, poderá ser usado por pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC), idosos ou pessoas com mobilidade reduzida. O site da revista Fapesp informa q eu ele deverá ser desenvolvido também para uso militar, ajudando os soldados a carregar equipamentos e mochilas pesadas em suas missões.


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