IEEE divulga relatório com 23 tecnologias que dominarão 2022

Fonte: Divulgação / Wikimedia Commons

A IEEE Computer Society, sociedade internacional voltada para a ciência da computação, engenharia elétrica e eletrônica, lançou um relatório sobre as 23 tecnologias que vão impactar o mundo em 2022. Para realizar o projeto, a sociedade acompanhou diversas tecnologias inovadoras no âmbito da ciência da computação, como impressão 3D, big data, cursos online, sistemas de segurança, computação em nuvem, nanotecnologia e outros.

Na apresentação do relatório, a IEEE reconhece que prever o futuro da indústria da computação é arriscado e que o estudo é apenas uma referência do que poderemos esperar para os próximos anos. “Existem inúmeros exemplos de tecnologias superiores que nunca foram adotadas porque outras chegaram antes e se saíram melhor no mercado. Por isso, este documento é apenas uma tentativa de compreender melhor o caminho que as tecnologias estão seguindo”, reporta o relatório.

Entre os líderes de tecnologia com quem a IEEE conversou para a elaboração do estudo estão Eitan Frachtenberg, do Facebook, Danny Lange, da Microsoft, Arif Merchant, do Google, e Mohammed AlQuraishi, da Faculdade de Medicina de Harvard. Vários deles participaram da elaboração do documento.

Além das tecnologias mais conhecidas, como internet das coisas, impressão 3D e nanotecnologia, o relatório da sociedade internacional aponta tecnologias menos conhecidas do público, como a fotônica, a ciência da geração, emissão, transmissão, modulação, processamento, amplificação e detecção da luz. Segundo o relatório, a energia necessária hoje em dia para mover dados entre dispositivos é muito alta e a fotônica pode ajudar nesse aspecto, transmitindo dados a partir da luz ao invés de ondas de rádio, tecnologia mais usada atualmente.

O potencial da computação quântica também é citado. De acordo com uma reportagem da revista Wired, a computação quântica pode expandir a eficiência energética dos computadores atuais para além do que podemos imaginar. Essa ciência, baseada em estudos de partículas subatômicas, poderia diminuir radicalmente a quantidade de energia usada nos computadores, além de permitir que uma quantidade muito maior de dados seja armazenada.


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