Marinha americana usa impressora 3D em zona de combate

Marinha americana usa impressora 3D em zona de combate (Dary M. Patten)

A Marinha dos Estados Unidos está usando impressoras 3D nos campos de batalha para consertar e fabricar equipamentos e peças essenciais para os navios danificados. Com isso, não há necessidade de enviar equipamentos e peças de outra base militar ou de outro país.

Essa é a primeira vez que uma das Forças Armadas norte-americanas utiliza a tecnologia de impressão 3D em zona de combate. Segundo o tenente-coronel da Marinha, Howard Marotto, a tecnologia 3D ficava normalmente a cargo de engenheiros distantes do local de conflito. “Somos a primeira divisão das Forças Armadas a enviar impressoras 3D a zonas de combate sem a necessidade de engenheiros. O que fizemos foi capacitar os nossos fuzileiros navais para que possam usá-las enquanto estiverem instaladas”, diz ele ao portal Business Insider.

Entre os itens que as impressoras podem consertar ou produzir estão rádios, chaves específicas, morteiros e alguns aparelhos médicos. Mas os projetos com a tecnologia 3D vão além destas possibilidades. Em junho, a Defense Systems noticiou que a Marinha pretende implantar um drone construído por meio de impressora 3D para fazer vigilância e reconhecimento de terreno.

No ano passado, o site Military informou que o departamento naval está realizando testes na fabricação de munições com tecnologia 3D.

Marotto confima que existem 40 impressoras 3D espalhadas por toda a frota. Mas a demanda deve continuar crescendo, podendo chegar até 70 neste outono (entre os meses de setembro e dezembro).


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