Pets: hospedagem nos moldes do “Airbnb”

Sócios lançam aplicativo para buscar hospedagem para cachorros (Imagem de divulgação)

Sócios lançam aplicativo para buscar hospedagem para cachorros (Imagem de divulgação)

A empresa brasileira DogHero arrecadou US$ 3,1 milhões para financiar seu serviço de hospedagem para cachorros, lançado em 2014. O investimento veio por um acordo com a empresa de capital de riscos Kaszek Ventures, com sede na América Latina. Atualmente, ela registra 100 mil cães em sua plataforma e mais de 5 mil anfitriões em 400 cidades do País, segundo o portal TechCrunch. Com o novo investimento, os dois sócios do projeto, Eduardo Baer e Fernando Gadotti, pretendem expandir o serviço para outros países da América Latina, com a estimativa de alcançar 20 mil anfitriões e mais de 2,5 milhões de animais.

A ideia para o serviço surgiu quando Baer e sua esposa decidiram adotar um cão, mas perceberam que não teriam como se comprometer com o animal devido às suas viagens a trabalho. Baer e Gadotti se conheceram em um MBA em Stanford e decidiram investir na ideia do DogHero. Com o aplicativo, os donos dos animais podem procurar uma casa para hospedar o cão enquanto estiverem ausentes, de forma semelhante ao serviço de aluguel de acomodações Airbnb.

O Brasil representa US$ 8,16 bilhões do mercado de serviços para pets, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). O Brasil também é o segundo maior mercado de donos de cães do mundo, com 35,8 milhões de cachorros, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Duas outras empresas norte-americanas oferecem serviços semelhantes, a Rover.com e a DogVacay, e ambas arrecadaram juntas US$ 100 milhões em financiamento para seus serviços.

 


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