Processo disruptivo depende do big data, diz Arie Halpern

Inteligência artificial, internet das coisas e carros autônomos são alguns dos conceitos tecnológicos incorporados ao nosso cotidiano e que se desenvolveram com a ajuda da linguagem do big data, uma técnica de processamento de dados essencial para o desenvolvimento da inovação. O conceito de big data é usado para descrever imensos volumes de dados que podem ser analisados para diversos fins. “A análise de dados em grandes volumes é essencial para o processo disruptivo, essa é uma das grandes importâncias do big data”, diz Arie Halpern, economista e empreendedor com foco em inovação e tecnologias disruptivas.

O big data trabalha com três variáveis: variedade, velocidade e volume. A tecnologia permite às empresas armazenar quantidades enormes de dados sem perder velocidade e armazenados em diversos tipos de formatos. Com o big data, as empresas conseguem obter informações precisas e variadas, corretas sobre assuntos relevantes para a marca, como tendências econômicas, comportamento do consumidor, logística etc. É o big data que permite que inovações disruptivas cheguem ao consumidor,  afirma Arie Halpern.

A internet das coisas (IoT) é um exemplo de inovação que seria impossível sem o big data. A implementação do IoT exigirá cada vez mais que não só as empresas, mas também os equipamentos individuais, sejam capazes de computar e analisar grandes quantidades de dados em pouco tempo. Tanta informação seria impossível de ser processada pela linguagem padrão utilizada, a Linguagem de Consulta Estruturada (SQL). A conexão com o big data permitirá que esses dados sejam mais fáceis e rápidos de acessar. A inovação se caracteriza por proprocionar aos consumidores serviços mais baratos e mais acessíveis, sem perder a qualidade.

A inteligência artificial (IA) é outra área, cuja evolução  deve muito à capacidade de análise de dados. Para que a IA seja realmente eficiente em situação cotidianas, sejam elas particulares ou em locais de trabalho, é importante que ela seja capaz de tomar decisões inteligentes de maneira rápida e eficaz, o que é justamente a principal habilidade do big data. Para Arie Halpern, a junção dessas duas tecnologias será essencial no futuro, pois não é mais suficiente apenas coletar dados, é necessário saber como separá-lo e diagnosticá-lo de forma correta para que as empresas possam aproveitar essas informações. E é esse tipo de interpretação de dados que as inteligências artificiais estão se especializando em fazer.

Para as empresas, o big data significa uma otimização os serviços e uma melhora na compreensão das necessidades e desejos dos clientes, diz Arei Halpern. Para os consumidores, representa serviços mais eficientes, baratos e acessíveis.

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