Robôs, de exploradores em Marte a guias em aeroportos

 

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Os robôs já não são usados somente para substituir os humanos em tarefas perigosas ou de difícil acesso: agora, começam a ocupar tarefas comerciais e até cargos em trabalhos tradicionais. Tome-se o caso de um hotel de baixo custo no Japão, o Henn-na. O empreendimento terá robôs no lugar de recepcionistas e carregadores de malas em aeroportos. Mais do que executar tarefas automatizadas, os robôs estão cada vez mais humanizados e preparados para o convívio social.

Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, uma das áreas que mais cresce na robótica é a da produção de robôs colaboradores, ou seja, que trabalhem em conjunto com seres humanos. Aliando a força e a precisão das máquinas com a versatilidade e o bom senso das pessoas, tarefas cotidianas poderão ser realizadas com mais rapidez e facilidade.

Uma experiência recente vale registro: no  aeroporto de Schipol, em Amsterdã, na Holanda, um robô chamado Spencer circula pelos corredores. Isso porque, desde o dia 30 de novembro deste ano, Spencer está passando por testes no aeroporto para entender o comportamento humano e as necessidades das pessoas que por ali circulam, para estar apto a ajudar os viajantes a não perderem seus voos e também a fornecer outras informações.

O uso das máquinas para executar tarefas perigosas e desconhecidas também tende a crescer. A NASA, por exemplo, acaba de criar  o robô humanoide, batizado de Valkyrie, para ajudar na futura exploração e colonização de Marte. Tudo isso para testar as condições do ambiente sem que seja necessário a presença humana em uma missão arriscada e desconhecida.

Será que os robôs serão, futuramente, parte essencial das nossas dependências tecnológicas, como os smartphones e outros gadgets? Difícil dizer. Mas, por enquanto, experiências têm mostrado que eles serão uma saída para descomplicar as tarefas do dia a dia. Eles são mais do que a lenda da substituição (que parte do princípio de que os robôs ocuparão os cargos destinados aos seres humanos); os robôs podem ser a ponte para descobertas cada vez mais incríveis e disruptivas e, ao lado dos humanos, formar uma equipe capaz de unir comunicação e programação a favor da inovação.


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