Robôs-enfermeiros podem ajudar população idosa

Nadine, a robô que pode iniciar uma geração de enfermeiros

Nadine, a robô que pode iniciar uma geração de enfermeiros

O envelhecimento da população coloca em evidência a discussão sobre como a sociedade deve se organizar para cuidar de seus idosos. O Instituto de Inovação de Mídia (IMI) da Universidade de Tecnologia de Nanyang, em Cingapura, já tem a resposta: robôs-enfermeiros. Segundo o portal BBC, um grupo de cientistas, liderado pela professora Nadia Thalmann, construíram uma versão feminina de robô recepcionista para trabalhar na faculdade.

Chamada Nadine, esse robô possui uma aparência similar a de uma mulher humana. É capaz também de agir com autonomia, reconhecer pessoas e emoções humanas e fazer associações com base em seu conhecimento (ou seja, os dados colocados em seu sistema). Para a equipe de Thalmann, Nadine, criada há três anos, tem potencial para se tornar uma enfermeira e atender às necessidades da população idosa.

“Ela é um robô quase humano com capacidade de reconhecer as expressões e das pessoas que ela conhece”, explica Thalmann a BBC. Segundo ela, Nadine tem capacidade de se adaptar às necessidades e situações que envolvem cada paciente, criando um ambiente seguro para o idoso, seja apenas como companhia ou realizando cuidados mais intensos, como lembrar o horário dos remédios, além de conversar, ler histórias e participar de jogos com o paciente. “Um robô humanoide nunca está cansado ou entediado, ele fará o que for necessário.”


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