Tecnologia ignora mercado de idosos

Idosos não tem demanda atendida no meio tecnológico

Idosos não tem demanda atendida no meio tecnológico

Um grupo de 5,2 milhões de consumidores, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva, tem acesso à internet no Brasil. A renda anual deles é de R$ 330 bilhões. Então, por que a tecnologia negligencia esse contingente que representa 21% da população idosa do País? “O mercado não compreende as pessoas mais velhas”, diz Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, em entrevista ao caderno Link, do jornal “O Estado de S.Paulo”.

Grandes empresas, segundo ele, mostram pouco interesse em criar produtos concebidos especificamente para os idosos. Essa situação impõe aos mais jovens, diz ele, explicar a quem não é nativo digital como usar a tecnologia. Iniciativas como a opção de aumentar o tamanho das fontes na tela do computador e do celular são pontuais.

O vácuo deixado pelas grandes  é ocupado, de certa forma, pelas  startups. A Cuidador Digital criou um botão de socorro ligado a um colar que o idoso conecta a um amigo ou parente quando precisa de ajuda. A startup LinCare  lançará, em outubro, um relógio que utiliza inteligência artificial para lembrar o idoso de tomar seus remédios, monitorar a quantidade de idas ao banheiro e emitir avisos sonoros caso ele sofra um desmaio.

Uma grande dificuldade para as empresas é pensar em como será a interação entre a pessoa e o aplicativo ou dispositivo. “Existe um mercado gigantesco, mas é preciso entender o que os idosos querem”, diz Ana da Mata, cofundadora da LinCare.

Leia a reportagem completa do jornal “O Estado de S.Paulo” aqui


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